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18 janeiro 2013

CASAMENTO PODE AUMENTAR A LONGEVIDADE



Chegar à meia-idade sem se casar pode mais do que dobrar o risco de morte 

Casar-se ou simplesmente ter um companheiro ao longo da vida pode contribuir com a LONGEVIDADE de uma pessoa. É o que afirma um estudo do Centro Médico da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Os resultados da pesquisa foram divulgados dia 15 de janeiro e estão presentes na edição desse mês do periódico Annals of Behavioral Medicine.
Os dados utilizados pelos autores foram obtidos a partir do Estudo do Coração de Ex-alunos da Universidade da Carolina do Norte (UNCAHS, sigla em inglês). Ao todo, os pesquisadores avaliaram 4.802 pessoas, todos na faixa dos 70 anos. Após analisarem a relação entre taxa de mortalidade e estado civil dos participantes, os autores concluíram que adultos solteiros apresentavam um risco 2,3 vezes maior de morrer precocemente. Essa chance foi 1,6 maior entre pessoas solteiras, mas que já tinham sido casadas alguma vez na vida.
De acordo com os cientistas, os resultados sugerem que a relação conjugal é cada vez mais importante como forma de apoio emocional e social, impactando na expectativa de vida. Eles afirmam que pessoas casadas podem procurar o apoio do companheiro para a adoção de hábitos mais saudáveis, como dieta e prática de exercícios.

Sete vantagens da convivência em família
Com a família ao nosso lado, sentimos que somos capazes de fazer muito mais do que se estivéssemos sozinhos - e isso não é só impressão. De acordo com a psicóloga Laura de Hollanda Batitucci Campos, das Clínicas Oncológicas Integradas (COI), ter o apoio do companheiro ou da família inteira é muito importante para o cumprimento de diversas metas. Além disso, várias pesquisas estão aí para comprovar a força que a companhia dos familiares ou mesmo a dos amigos - aquela família que escolhemos ter - têm sobre tudo o que fazemos. Confira: 

Combate à obesidade 
Um estudo feito pela Universidade Harokopio, na Grécia, avaliou mais de mil crianças e comprovou que aquelas que comiam à mesa com os pais eram mais saudáveis do que as crianças que não tinham esse hábito. Os pesquisadores destacaram que as famílias que fazem as refeições unidas têm o hábito de cozinhar mais em vez de comer lanches, deixando a dieta mais rica.

Outra pesquisa, feita pela University College London, no Reino Unido, analisou a família e o comportamento de mais de sete mil crianças e adolescentes e concluiu que crianças com pais mais magros têm três vezes mais chances de serem magras do que aquelas com pais acima do peso. Essa relação se dá primeiro pela genética, e em segundo lugar pelos hábitos alimentares, que podem ser passados "de pais para filhos" - ou seja, família unida pode emagrecer unida.  

Melhora o rendimento escolar
Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association, feito com 675 crianças, comprova que brincadeiras entre pai e filho ajudam no desenvolvimento da criança e influenciam o rendimento escolar. Os pesquisadores afirmam que fazer jogos de leitura e brincadeiras educativas com os filhos melhoram o raciocínio lógico das crianças, fazendo com que o rendimento escolar também aumente. 

Recuperação mais rápida de pacientes 
Uma pesquisa publicada na Journal of the American Heart Association afirma que pacientes vítimas de um AVC recuperam as habilidades perdidas ou prejudicadas com mais facilidade se recebem ajuda dos membros da família.

Os pacientes com AVC foram ajudados por membros da família a fazer exercícios para melhorar a função das pernas durante 35 minutos diariamente, sete dias por semana. Ao final de três meses, os pesquisadores avaliaram o resultado decorrente do tratamento e descobriram que o tempo em hospitais do grupo de exercício com família era em média de 35 dias, enquanto o grupo que fazia exercícios apenas com acompanhamento médico ficava 40 dias ou mais internado.

Além disso, um teste de caminhada de seis minutos foi feito com os dois grupos - o grupo de controle andou 154 pés depois de receber a terapia, quanto o grupo acompanhado pela família andou 538 pés mais longe. 

Mais atividade física 
Só de pensar em sair sozinho para fazer uma atividade física já dá aquela preguiça. Porém, o cenário muda quando você pensa que pode praticar exercícios acompanhado. Estudo feitos pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) afirmam que a influencia da família é fundamental para o incentivo à prática de atividade física.

Além disso, a personal trainer Camila Lopes Souza conta que os estímulos gerados pela parceria são diversos, como a possibilidade de conversar; a chance de praticar esportes coletivos ou danças em par com pessoas conhecidas; perder a vergonha entre desconhecidos na academia; e diversos outros benefícios. "Comprometendo-se com a família, também cria-se um incentivo mútuo para manter a frequência de atividade física", conta a personal. 

Xô depressão!
Um estudo realizado pela Universidade de Vanderbilt, em Nashville, nos Estados Unidos, revela que distúrbios emocionais como a depressão são, em sua maioria, reflexos de valores transmitidos dos pais para os filhos ao longo da vida.

Durante um ano, 100 crianças e adolescentes, com faixa etária entre cinco e 15 anos, foram observados por psicólogos. Ao final do estudo, os pesquisadores notaram que filhos de pais deprimidos têm maior dificuldade de se expressar, e a indiferença dos adultos deprimidos gera neles uma sensação de abandono emocional que faz com que as crianças tenham medo de se aproximar afetivamente dos pais.

O mesmo estudo comprovou que a reação contrária também é verdadeira: pais presentes que se comunicam e passam valores positivos tendem a deixar os filhos igualmente positivos, diminuindo as chances de doenças como depressão. 

Deixando o alcoolismo longe
"Na maioria das vezes, o adolescente bebe porque é influenciado por algumas companhias ou porque tem uma família desestruturada", diz Luiz Veiga, membro da Associação Brasileira para Estudos de Álcool e Drogas, coordenador do Centro Nova Vida para tratamento de dependentes químicos, no Pará.

De acordo com Luiz, pais que bebem na frente dos filhos fazem a criança pensar que esse comportamento é normal. "Os pais precisam estabelecer o diálogo com os filhos", diz o coordenador, que afirma conversar com os filhos sobre as experiências negativas que presencia no Centro. "Hoje eles têm medo de também se tornarem alcoólatras", conta. 

Não ao tabagismo 
Uma pesquisa publicada no New England Journal of Medicine comprovou que, quando uma pessoa decide parar de fumar, acaba influenciando os amigos e a família a fazer o mesmo.

Durante 32 anos, os cientistas acompanharam mais de 12 mil pessoas e constataram que o abandono do vício em grupos é prática recorrente. Entre casais, a estratégia alcança sucesso: em 67% dos casos, o companheiro parou de fumar. Nos outros casos, temos 43% dos amigos próximos ao fumante que também pararam; 34% no caso de colegas de trabalho e 25% quando o tabagismo afeta irmãos.

De acordo com os pesquisadores, quando uma pessoa larga o vício ela serve de inspiração, por isso quanto maior o vínculo afetivo e a convivência, maiores as chances desta decisão ser contagiante. ( Publicado em POR MINHA VIDA  em 17/01/2013 )

Gente não é o máximo a ciência comprovar o que Deus já sabia ao criar o homem e a mulher para se casarem e formar uma família?
Melhor é OBEDECER do que sacrificar diz a Bíblia. Então porque pessoas continuam questionando Deus? Basta OBEDECÊ-LO E VOCÊ SERÁ FELIZ, só Êle sabe o CAMINHO DA FELICIDADE!
Não perca tempo da sua vida indo por outros caminhos

                                               ÚNICO CAMINHO É JESUS!!!


Raquel Moura

13 novembro 2008

CURA PARA DEPRESSÃO

Mulheres são seres ESPECIAIS, ao mesmo tempo que são fortes para segurar enormes "barras", são frágeis quando se deparam com pequeninos problemas. Um problema que aflige muito as mulheres é a SOLIDÃO. Com certeza Deus quando criou a mulher não a fez para viver sozinha, calada, isolada (impossível, onde gastaríamos nossas 30.000 palavras por dia?) Ele a fez para viver e interagir dentro de um grupo.

No início de nossas vidas vivemos dentro da nossa família, a casa de nossos pais, nossos irmãos, primos, tios, avós. Depois saimos para construir nossa própria família, mas nunca deixamos a casa da mamãe, pelo menos visitamos, comemos lá de vez em quando, buscamos conselhos na hora das dificuldades, trazemos os filhos para curtir os avós, celebramos as datas importantes. Mas chega um dia que nossos filhos se vão, batem asas, crescem, voam alto em direção às suas próprias metas e desafios, e nós ficamos com a casa vazia. Não temos mais de quem cuidar, para quem ensinar as coisas, com quem ralhar.....

O marido é nosso companheiro, amigo inseparável, quase nem precisamos falar, ele sabe o que pensamos e sentimos tal é o grau de conhecimento adquirido através dos anos de convivência. Então nos sentimos sós! As 30.000 palavras diárias que temos por direito genéticamente adquirido ficam entaladas na nossa garganta! E pior ainda nos sentimos fora do mundo, parece que não vivemos mais, só o trabalho doméstico não nos preenche!

Se não tivemos a sorte de ter familiares por perto, ou não desenvolvemos amizades com outras mulheres vamos sentindo SOLIDÃO. E solidão por muito tempo pode trazer outras doenças, na verdade como nossas avós diziam " cabeça vazia é oficina do diabo" , ou seja , a falta do que fazer, ou de coisas para encher nossa mente, não precisa nem da ajuda do diabo, naturalmente vamos pensar em coisas que não são boas nem importantes, e vamos pensar em DOENÇAS, daí vem logo a DEPRESSÃO (o mal do século! ou a doença da solidão!).
E nós mulheres, como prova a ciência, somos mais propensas a ter DEPRESSÃO, acho que porque nós temos mais propensão a sentir SOLIDÃO.
Você sabia que nossas avós não tinham depressão? Sabem por quê? Porque elas geralmente quando se casavam continuavam vivendo perto de suas mães e familiares e com isso continuavam interagindo com outras mulheres e é isto que faz as mulheres viverem melhor. Viver e conviver com outras mulheres, é isto que precisamos para ter saúde emocional e mental.

Ultimamente nas IGREJAS EVANGÉLICAS temos visto um novo trabalho com as mulheres chamado TARDE DO ARTESANATO, ou outro nome qualquer. Nesta tarde as mulheres da igreja e outras amigas até não crentes se reunem para aprender e fazer artesanato. As que sabem fazer alguma coisa ensinam as outras: Pintura em Tela, Pintura em Tecido, Bordado, Tricô, Crochê, Corte e Costura, Patchwork, Confecção de Bolsas, etc...No meio desta tarde gostosa ainda rola um cafezinho, uma Meditação na Palavra de Deus e MUITO BATE PAPO!!!
É neste lugar descontraido que nos sentimos à vontade para desabafar problemas, compartilhar bençãos, rir, chorar, buscar bons conselhos com as irmãs mais experientes, orar ao Senhor, enfim TERAPIA CRISTÃ PARA MULHERES! E o mais importante DE GRAÇA!!!
Neste tempo que estou passando aqui em Santos tenho frequentado esta verdadeira PSICOTERAPIA na tarde de ARTESANATO DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO BELÉM em Santos, com minha amiga ANA GUERRA (lá de Ourinhos). Tem sido um verdadeiro remédio em minha própria vida e tenho certeza que também tem sido na vida de muitas mulheres que ali vão.
Concluindo este pensamento, deixo aqui meu AGRADECIMENTO às mulheres que tiveram esta visão e criaram este tipo de trabalho dentro das igrejas evangélicas. Que Deus continue abençoando este Ministério (porque para mim, este é um Verdadeiro Ministério de Cura e Libertação na vida de muitas mulheres).
E para as mulheres que se sentem ainda sós, deixo aqui um DESAFIO: Comecem este Ministério em suas Igrejas e Comunidades, lutem por isto pois os benefícios à nossa saúde são infinitos!
Não esqueça de uma coisa: NÓS MULHERES PRECISAMOS DE AMIGAS! Amigas curam doenças, a verdadeira amizade é um bem muito precioso e deve ser conquistado e valorizado. Se você ainda não tem uma amiga comece a orar a Deus para encontrar uma. É um verdadeiro remédio para nossa vida.


Raquel L.M. Gonçalves